É inegável a existência de expressões artísticas com raízes africanas no Brasil desde o período colonial. Segundo Silva e Calaça (2006, p. 52), “a mão-de-obra escravizada, trazida de várias partes do continente africano a partir de 1535, possuía tradições culturais milenares e tinha o domínio sobre o metal, o bronze, o ferro, o ouro e o marfim”. Enquanto que “os colonos portugueses, estavam mais preocupados em desenvolver a empresa açucareira e a procura do ouro”.
Na Oficina de Pintura estudamos a vida e as obras de vários artistas afros descendentes como Estevão Silva o primeiro pintor negro a se formar na Academia imperial de Belas Artes, Manuel da Cunha que iniciou sua carreira ainda na condição de escravo, conseguindo comprar sua alforria com os frutos de sua arte, Heitor dos Prazeres grande artista plástico e compositor entre tantos outros.


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